Mostrando postagens com marcador marcas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador marcas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Bugatti apresenta a edição limitada Veyron 16.4 Super Sport

Com modificações no motor, nova versão do modelo atinge 431 km/h.
Interior do superesportivo foi aprimorado com acabamento exclusivo.
A Bugatti revelou a nova edição limitada do modelo Veyron 16.4. O topo de linha da família foi batizado de Super Sport e chega mais poderoso. O motor 8.0 de 16 cilindros com quatro turbos foi atualizado pela fabricante para gerar, agora, 1.200 cv de potência — 200 cv a mais do que a versão lançada em 2005. Já o torque máximo subiu de 127,4 kgfm para 152,9 kgfm. Para ter ideia da força do modelo, o Audi R8 V10 tem 57,1 kgfm de torque.
Com isso, o superesportivo apresentou um novo recorde de velocidade em apresentação neste domingo (4): atingiu a máxima de 431 km/h. Por razões de segurança e, mais especificamente, para proteger os pneus, a velocidade máxima do modelo de produção será limitada a 415 km/h. A empresa não divulgou números de aceleração.


Bugatti Veyron 16.4 Super Sport (Foto: Divulgação)O carro traz outras mudanças como caixa de velocidade com sete velocidades, embreagem dupla e nova suspensão. Para reduzir o peso, o carro é feito em nova estrutura de fibra de carbono, o que inclui partes internas do carro.
Juntamente com a nova pintura em dois tons, preto e laranja, o Super Sport apresenta uma série de modificações exteriores que ajudam a distingui-lo do Veyron padrão. Elas incluem os dois dutos integrados no teto, novas entradas de ar frontais, compartimento do motor, para-choque traseiro com difusor duplo e um novo sistema de escape.
O interior do Super Sport também foi aprimorado com materiais de acabamento exclusivo e core e logotipos especiais. Segundo a Bugatti, mais detalhes sobre o Veyron 16,4 Super Sport serão divulgados quando a produção limitada fizer sua primeira aparição pública na Califórnia, no fim de agosto.
www.cultcomunicacao.com.br www.extranatus.com.br www.meuimovelabc.com.br

O que houve com a Toyota?

Toyota fará recall de mais de 90 mil veículos no Japão
Revisão afetará 62 mil automóveis Lexus e quase 30 mil, Crown.
Medida foi tomada para verificar possível defeito no motor.
O grupo Toyota Motor notificou nesta-segunda-feira (5) o Ministério de Transporte do Japão que chamará para revisão no país 62 mil automóveis da marca Lexus e quase 30 mil do modelo Crown por causa de um possível defeito no motor.
A notificação oficial de revisão, que afeta os modelos de mais alta categoria do fabricante, acontece depois de na sexta-feira passada a montadora ter anunciado que a medida afetará 180 mil veículos fora do país.
A chamada para revisão obrigará a checagem de três versões diferentes do Crown e pelo menos sete modelos do Lexus.
O defeito se refere à válvula que regula a entrada de gasolina e ar nos cilindros do motor, e poderia provocar, no pior dos casos, que este morresse.
O modelo mais afetado no Japão é o Lexus LS460, a bem-sucedida perua de luxo do grupo Toyota Motor. Segundo o fabricante, 27.585 unidades deste modelo passarão por recall.
No final de maio, a companhia já tinha chamado para revisão cerca de 11.500 Lexus da série LS por causa de um defeito no sistema de controle da direção, 3.800 deles nos EUA, país que decidiu suspender temporariamente as vendas deste modelo.
www.cultcomunicacao.com.br www.extranatus.com.br www.meuimovel.com.br

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Coca-Cola é marca mais amada durante a Copa


Ranking analisa também as empresas mais lembradas e populares no Twitter

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 16/06/2010
sylvia@mundodomarketing.com.br

A Coca-Cola, a Visa e a Sony são as marcas ligadas à Copa do Mundo de Futebol mais amadas pelos internautas do Twitter. É o que indica o levantamento “Copa das Marcas”, realizado pela Predicta, consultoria especializada no comportamento do consumidor nos meios digitais. A análise é feita diariamente durante o campeonato e os resultados indicam as marcas mais lembradas, populares e amadas.

A Coca-Cola também é a marca mais lembrada e mais popular entre os twitteiros, seguida por Nike, McDonald’s e Adidas, respectivamente. A empresa toma como base para a avaliação patrocinadoras da Fifa e da CBF, como Nike, Coca-Cola e Vivo, e também as que participam ativamente do Mundial, como Pepsi e Gatorade. A Predicta está ainda atenta a temas que podem ganhar destaque ao longo do evento, como os comentários sobre a “vuvuzela” ou a bola Jabulani, da Adidas. O ranking completo pode ser acompanhado diariamente em www.copadasmarcas.com.br.



Pablo Souza

Marketing e Sustentabilidade

5 renomados profissionais de marketing contam como estão transformando seus negócios em marcas amigas do meio ambiente

* Por Anna Gabriela Araujo

No início de maio, a Conferência Internacional Ethos 2010 abordou o papel da imprensa como indutora da sustentabilidade na pauta política. O encontro colocou em discussão a influência dos meios de comunicação no desenvolvimento de práticas sustentáveis, principalmente, no meio político.
Um bom exemplo disso foi a cobertura dada pela imprensa internacional ao acidente ocorrido no último dia 20 de abril, quando uma plataforma de petróleo da British Petroleum (BP) explodiu no Golfo do México. A consequência dessa tragédia ambiental é o vazamento ininterrupto de óleo, estimado em 800 mil litros diários, o que corresponde a mais de 5 mil de barris de petróleo por dia.
O problema causou uma mancha gigantesca na imagem da petroleira, que há cerca de dez anos passou a adotar o conceito de responsabilidade empresarial como tema central de sua comunicação. Na época, a British Petroleum transformou a sigla BP em marca e passou a divulgar a assinatura “Beyond Petroleum” (além do petróleo).
No Brasil, esse posicionamento sustentável começou a marcar presença na Petrobras em 2004, quando a companhia apresentou ao mercado um plano estratégico para incorporar os conceitos de responsabilidade social e ambiental à missão e à visão da empresa, com o objetivo de aprimorar seu modelo de governança, com a criação do Comitê de Gestão de Responsabilidade Social e Ambiental. A estratégia não foi suficiente para evitar que a companhia fosse excluída do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), em novembro de 2008, por não cumprir uma resolução do Conama que determina a redução do teor de enxofre no diesel comercializado no Brasil.
Enquanto a Petrobras deixava o ISE, outras empresas se preparavam para ingressar no índice criado para promover o desenvolvimento sustentável do Brasil por meio das melhores práticas empresariais. Prestes a completar cinco anos, o ISE conta hoje com uma carteira de 31 contas. Na lista figuram grandes empresas, como Bradesco e Natura, duas das maiores colecionadoras de cases bem-sucedidos no setor.
Entre os temas mais discutidos na atualidade, a sustentabilidade ganhou status prioritário na agenda das empresas, que passaram a perseguir a implantação do tão sonhado “triple bottom line”, o tripé da sustentabilidade composto por 3 Ps (People, Planet e Profit, em português, Pessoas, Planeta e Lucro).
Com base nesse conceito, que procura integrar aspectos ambientais com interesses econômicos e sociais em prol do futuro do planeta, o mundo empresarial vem se reinventando e buscando novas fórmulas de gerir os negócios. Boa parte desse trabalho desenvolvido pelo mercado brasileiro no campo da responsabilidade empresarial estará presente na 9ª edição do prêmio Marketing Best Sustentabilidade.
Criada em 2002, com o nome de Marketing Best Responsabilidade Social, a premiação este ano foi rebatizada e ganhou um novo logotipo, visando estimular, reconhecer, premiar e difundir os melhores exemplos de estratégias empresariais sustentáveis. As inscrições dos cases podem ser feitas até o final de maio. Mais informações estão disponíveis no site www.marketingbest.com.br. “Estive em Copenhague em dezembro e fiquei impressionado com a liderança do Brasil nessa área. O País tem uma voz de grande poder, não apenas pela Amazônia, mas porque ofereceu liderança em tantas outras questões relacionadas à sustentabilidade, como o biodiesel”, destaca Al Gore, referindo-se à participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que no COP-15 apresentou propostas de redução de emissão de gases de efeito estufa em valores entre 35% e 40% para o Brasil.
Mas como essa nova economia verde está sendo implantada no mundo dos negócios? Quais empresas estão coordenando esse processo de mudança? Como os profissionais de marketing estão utilizando o conceito de sustentabilidade para promover o reposicionamento de grandes marcas no mercado nacional?
Em busca dessas respostas, a Marketing foi a campo entrevistar cinco grandes executivos brasileiros que estão em busca de novas fórmulas para contribuir com o futuro do planeta e, principalmente, do próprio negócio. “O marketing é essencial para difundir as melhores práticas relacionadas à questão da sustentabilidade. É a oportunidade de o mercado ter uma visão sincera da questão ambiental e não apenas oportunista”, comenta João Dória Junior, presidente do Grupo Doria Associados, organizador do Fórum Internacional de Sustentabilidade, que foi realizado no final de março, em Manaus (AM). “As empresas sustentáveis começam a investir em marketing de sobrevivência tanto pelo respeito ao consumidor quanto pela própria disputa de mercado, porque sabem que aquelas que forem ecologicamente corretas e sustentáveis em suas práticas vão ganhar a preferência do consumidor, enquanto aquelas que não são adeptas dessa prática terão o desprezo do público.”
Nas páginas a seguir, você confere como Nizan Guanaes (do Grupo ABC), Rogério Lacerda (da JHSF), Claudio Rosa Junior (da Kasinski), Fausto Costa (da Nestlé) e Marco Simões (da Coca-Cola) estão posicionando seus negócios nessa nova fase do marketing.
Uma verdade inconveniente
Uma das principais lideranças mundiais no que se refere às mudanças climáticas, Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos e prêmio Nobel da Paz, veio ao Brasil no final de março para participar do Fórum Internacional de Sustentabilidade, organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) e pelo Seminars. “Vender floresta pelo valor da madeira é como vender chips de computador pelo valor do silício. O valor real da Amazônia está em toda a informação que ela contém, já que uma a cada dez espécies que existem na Terra vive na Amazônia. E esse número pode ser muito maior, porque a ciência está sempre descobrindo novas espécies”, ressaltou Al Gore.
Para ele, a criação de um fundo mundial que financie projetos de preservação em países que têm florestas sob custódia é outro ponto central da questão. “Não há mais controvérsias sobre esse assunto; trata-se de um ponto-chave para tentar minimizar os impactos das alterações climáticas”, afirmou. “A cura de diversas doenças está na floresta. Somente com as árvores de pé poderemos usar a biodiversidade existente na região para desenvolver novas formulações que irão tornar nossas indústrias mais lucrativas e sustentáveis.”
Citando as grandes catástrofes ambientais dos últimos anos, Al Gore destacou a importância do papel assumido pelas empresas na tentativa de encontrar uma solução para o futuro do planeta. “A cada 24 horas, despejamos 90 milhões de toneladas de gases tóxicos na atmosfera, que são responsáveis pelo aquecimento global. Desse total, 30 milhões de toneladas vão para os oceanos, que estão se tornando mais ácidos.” Essa descarga tóxica já está interrompendo o processo das criaturas marítimas de retirar o carbonato de cálcio da água para fazer conchas, que estão no início da cadeia de alimentos de todo oceano. “Mesmo que encontrássemos uma resposta mágica para abaixar o termostato do oceano e impedir a morte dessas criaturas, ainda assim iríamos ter de conviver com a ameaça de acabar com esse ecossistema. Por isso é essencial que a humanidade comece a agir agora.”
O autor de “Uma Verdade Inconveniente” (best-seller que virou filme com o mesmo nome) ressalta ainda que em cem anos a população da Terra quadruplicou de tamanho, enquanto os recursos naturais encolheram quase que na mesma proporção. “Estamos acrescentando o equivalente a 17 cidades de Nova York todos os anos no mundo, que no dia em que nasci tinha 2 bilhões de pessoas, contra os 6,5 bilhões atuais. A superpopulação, aliada aos avanços tecnológicos, mudou o nosso relacionamento com o planeta, que tem sofrido com as ações destrutivas da sociedade, que começa a se reinventar para sua própria sobrevivência.”
Como exemplo, Al Gore citou o motor de combustão interna inventado há um século. “Utilizamos apenas 10% da energia de cada galão de petróleo usado no deslocamento de um veículo, o restante é totalmente desperdiçado. Então, porque não investir em novas tecnologias, como a energia elétrica?”
O líder americano destacou que a questão da Amazônia e das mudanças climáticas envolve necessariamente uma “civilização global com propósito único”, ou seja, uma agenda comum sem que haja separação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. “E o Brasil já descobriu uma fórmula bem-sucedida que deve servir de exemplo nos debates sobre como combinar desenvolvimento com sustentabilidade.” Ele acrescenta ainda que a resposta para o problema do aquecimento global está na assinatura de um acordo mundial sobre a redução da emissão de gases de efeito estufa, fato que poderá ocorrer no próximo encontro de líderes mundiais, previsto para ser realizado no final do ano, no México.
Perguntado sobre a resistência dos Estados Unidos em assinar o tal acordo, Al Gore disse acreditar que isso aconteça ainda este ano, já que a proposta foi aprovada no Congresso americano e agora aguarda a aprovação do Senado. “Há organizações muito grandes que lutam contra isso e elas têm sido muito poderosas até agora”, explicou o líder, citando também os efeitos da crise financeira mundial. “A forma como projetamos os investimentos empresariais tem que mudar. É preciso formular políticas para o longo prazo e considerar em todas as decisões a questão da emissão de gás carbônico e outros poluentes na atmosfera. Não é possível mais fazer negócio sem levar isso em consideração.”

* O texto completo desta reportagem você confere na edição impressa da revista Marketing, publicada em maio de 2010.

Pablo Souza

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A maçã de olho no Brasil

Grandes redes de varejo investem em lojas da marca Apple no País

Steve Jobs finca sua bandeira no mercado brasileiro com a ajuda de quatro grandes redes de varejo: Livraria Saraiva; Grupo Herval; Grupo TVM; e Fast Shop. Juntas elas já respondem pela administração de 13 lojas da Apple no Brasil
Por Anna Gabriela Araujo

No início de maio, a Apple anunciou um novo recorde: um milhão de iPads vendidos nos Estados Unidos, 28 dias após o lançamento da tablet que promete revolucionar o mercado de computadores portáteis. Enquanto Steve Jobs comemorava o sucesso de seu novo gadget, no Brasil ressurgiam rumores sobre a possível instalação de uma fábrica da Apple em território nacional. A empresa não confirma, mas o fato é que se a história sair do papel a fábrica verde-amarela da Apple poderá ser o pólo de distribuição dos produtos da marca para toda a América Latina. Esse seria um investimento estratégico capaz de derrubar a principal barreira de popularização de Macs, iPhones e iPods no País: o preço, que ficaria menor por conta da produção local e da redução na carga de impostos.
Os números do mercado nacional poderiam justificar tal investimento. Em março, a IDC (International Data Corporation) apresentou um estudo indicando que, apesar da crise mundial financeira, a venda de notebooks para usuários domésticos no Brasil registrou um crescimento de quase 20% no ano passado. De acordo com a pesquisa Brasil Quarterly PC Tracker da IDC, 11 milhões de notebooks e desktops foram comercializados em 2009. Para este ano, a previsão da IDC é de que o mercado brasileiro de PCs deva crescer 16%, atingindo 12,8 milhões de unidades comercializadas, com destaque para o aumento nas vendas de computadores portáteis. Luciano Crippa, analista do setor de PCs da IDC, explica que o bom desempenho da categoria está relacionado à isenção de impostos para o segmento e à facilidade de novas linhas de crédito, principalmente no varejo e nos programas nacionais de inclusão digital para professores. “No segmento doméstico temos um resultado claro da substituição dos desktops pelos portáteis, que oferecem mobilidade, portabilidade e autonomia de bateria cada vez maior”, acrescenta Crippa.
O levantamento aponta ainda que o mercado total de computadores teve queda de 6,4% em relação a 2008 devido ao baixo investimento do segmento corporativo no setor. Por outro lado, as vendas do primeiro computador continuaram crescendo na classe C, que já começa a investir em notebooks. Já as classes A e B deixaram de comprar desktops para adquirir notebooks para um segundo ou terceiro membro da família.
Diante desse cenário otimista, a equipe de Steve Jobs começou a plantar aqui as primeiras sementes da maçã mais desejada do mundo. Em parceria com quatro grandes redes de varejo (Livraria Saraiva, Grupo Herval, Grupo TVM e Fast Shop), a Apple já conta com 13 lojas no Brasil, que foram inauguradas nos últimos dois anos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia. (ver quadro na página ao lado)
Batizadas de APR (Apple Premium Resellers), essas unidades atuam como revendas da marca, trabalhando com toda a gama de computadores Mac, além da linha iPod e acessórios. A concept store da Apple oferece ainda aos consumidores uma espécie de “test-drive” em todos os produtos da marca, além de assistência técnica, demonstrações e treinamentos. Todo o projeto da APR foi desenvolvido com o objetivo de levar o “mundo do Mac” até o consumidor, por meio de experiências diferenciadas no ponto de venda.
Seguindo essa filosofia e sem muito alarde na mídia, apenas no mês de março duas APRs foram inauguradas no Rio Grande do Sul. Em abril foi a vez da Bahia ganhar uma revenda da marca.
A primeira loja exclusiva de produtos da Apple em Salvador, a iTown, é um investimento da Saraiva, maior rede de livrarias do País, que firmou um contrato com a Apple para a instalação de uma APR no shopping Iguatemi. Essa foi a forma encontrada pela Saraiva de aproveitar a área antes ocupada por uma loja da Siciliano, rede comprada pelo grupo em 2008. Agora, a empresa estuda a possibilidade de transformar outras seis unidades da Siciliano em lojas da Apple no País. E já começaram as obras da próxima iTown a ser inaugurada. Instalada no BarraShopping (RJ), a loja será a maior APR do Brasil.

Recorde de vendas
Já o Grupo Herval foi responsável por fincar a bandeira da maçã na Região Sul, com a abertura das lojas iPlace nas cidades de Porto Alegre e Caxias do Sul. O investimento faz parte de uma ação de reposicionamento dessa tradicional empresa gaúcha, que tem a segunda maior rede de varejo multimarcas do Rio Grande do Sul (63 lojas no Estado e mais duas em Santa Catarina), além de atuar também nos segmentos de consórcio, seguros, material de construção, químico, móveis e colchões. “Ao completar 50 anos de mercado, entregamos a conta do grupo para a agência Paim, que montou um plano de marketing para ampliar nossa participação de mercado”, comenta Germano Grings, vice-presidente do Grupo Herval. Assim, a partir de abril, as lojas Herval passaram a trabalhar com o sistema de autosserviço e ganharam uma nova logomarca, a TaQi. “Em paralelo, firmamos uma parceria com a Apple, que tem se mostrado uma empresa diferenciada no varejo global, tanto com produtos diferenciados de alto desempenho quanto pelo modelo de loja, que oferece soluções completas para o cliente.”
Grings acrescenta ainda que hoje a Apple é a empresa mais rentável dentro do mercado americano e tem um grande potencial de crescimento no Brasil. “Quando inauguramos a iPlace de Porto Alegre, ficamos próximos de bater o recorde mundial de vendas da Apple registrado no período de lançamento de uma APR”, comemora o executivo. Em três dias, a iPlace vendeu algo em torno de 300 computadores, por conta de uma promoção de inauguração, que ofereceu 15% de desconto nos equipamentos.
Especialistas estimam que, atualmente, cada uma das 13 lojas da Apple no Brasil venda em média 30 máquinas por semana. “Ainda assim, as APRs são lojas de alto valor agregado, ou seja, grande faturamento com um resultado baixo. Contudo, com as vendas de acessórios e complementos de linha exclusivos, acreditamos ter um bom retorno de investimento no médio e longo prazos”, avalia o VP do grupo, que em breve vai inaugurar outra loja da marca, em Florianópolis (SC). “É muito simples trabalhar com a Apple, que é uma marca desejada em todo o mundo, com produtos repletos de recursos tecnológicos. Basta seguir a filosofia da empresa, cujo marketing é dividido em três pilares: o próprio produto; o cuidado na sua distribuição; e a satisfação do cliente final.”

* O texto completo desta reportagem você confere na edição impressa da revista Marketing, publicada em maio de 2010.



Pablo Souza

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Marca, guiando até os deficientes visuais.


Sabemos a importância do trabalho de comunicação visando à qualificação de uma marca. Uma marca forte é capaz de atravessar gerações, é capaz de virar sinônimo de produto, como Bombril, Gillette e etc.
Todos somos guiados por razão, por emoção e por marca. Qual de nós não tem uma marca preferida de algum produto?
Eu, por exemplo, não bebo refrigerante cola se não for Coca Cola, é preferência, valor, no meu caso é o gosto preferido. E quem compra "Bombril" da Assolan ou "Gillette" da Bic?
Marcas são assim, capazes de cair na cultura popular, para se ter ideia da força da marca, do que ela representa e é capaz de produzir, dia desses, eu estava num ônibus e entrou uma moça deficiente visual, em certo momento da viagem ela perguntou ao motorista se estava perto da "Drogaria SP", com a sensibilidade de quem percebeu a hesitação do motorista ela logo disse, fica no meio da avenida, um pouco antes do Habibs. O motorista estava mais confortável agora em deixá-la no local correto.
Esse é o poder da marca, talvez essa moça jamais tenha tido um contato visual com a marca Habibs, mas ela sabia que havia uma loja dessa na av. Goiás e mais, que o ponto onde ela desceria estava muito próximo à Drogaria SP que por sua vez ficava ali há uns dois quarteirões da loja de esfihas.

A marca nos guia, nos conduz, uma marca que pensa, planeja e se consolida se torna referência, referência essa que até aqueles que não a vêem são capazes de percebê-la.
Pablo Souza

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Nike escolhe Facebook para lançar comercial da Copa

O Facebook foi o palco escolhido pela Nike para o lançamento global da campanha "Write the Future" (Escreva o Futuro), que conta com a participação de um elenco de estrelas do esporte mundial, como Cristiano Ronaldo, Fabio Cannavaro, Wayne Rooney e Ronaldinho Gaúcho.
Em sua página na rede (clique aqui para acessar), a empresa disponibilizará uma versão reduzida do filme, que levou três meses para ficar pronto. Dirigido por Alejandro Iñarritu (Babel e 21 Gramas), o vídeo traz histórias que permeiam o tema sucessos e fracassos.
Na mídia aberta, o comercial estreia oficialmente no sábado 22, pouco antes da partida final da UEFA Champions League, que será disputada entre o Internazionale de Milão e o Bayern de Munique. A TV aberta, pelos canais Globo e Band, exibirá a versão integral do comercial. Após um período, a campanha também deverá ganhar a participação de Robinho.
O filme é mais uma investida da Nike em firmar o seu nome como uma das grandes colaboradoras da Copa do Mundo. No torneio da África do Sul, a companhia estará presente em campo vestindo as seleções do Brasil, Holanda, Portugal, Estados Unidos, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia.
Talentos
A campanha faz um teaser de um novo projeto global da Nike, o Chance. A proposta é fazer com que os futuros talentos da bola tenham apoio em seu começo de carreira. A empresa irá fazer uma seletiva de jogadores em São Paulo e no Rio de Janeiro e haverá uma final na Inglaterra. O projeto será anunciado em junho.
fonte: mmonline


Pablo Souza

Grupo Petrópolis lança cerveja premium

O Grupo Petrópolis expande o seu portfólio de produtos com o lançamento de quatro cervejas do segmento premium, da marca Weltenburger. A cerveja é proveniente da Alemanha, da região de Weltenburg e será produzida no Brasil.
Douglas Costa, gerente de marketing e relações com o mercado do Grupo Petrópolis, conta que esta parceria já está sendo analisada há alguns meses e passou por uma rigorosa avaliação dos mestres cervejeiros da fábrica alemã, para que o produto final nacional seja o mesmo consumido na Europa. "Desde a produção, o sabor, o envasamento, a embalagem e rótulos, tudo passou por uma vistoria". Uma das exigências da Weltenburg, é que o malte e o lúpulo utilizado na fabricação da cerveja fossem comprados dos mesmos fornecedores dos alemães.
Em um primeiro momento apenas a cerveja Barock Dunkel (puro malte escuro tipo abadia) será lançada. As cervejas Anno 1050, Urtyp Hell e Weissbier Dunkel, devem estar nas prateleiras em intervalos de 60 dias. "Esse espaço entre os lançamentos é para dar tempo da nossa fábrica produzir o líquido totalmente de acordo com a receitas e as normas da Weltenburger", explica Costa.
A divulgação será feita principalmente em pontos-de-venda, seja para o consumidor final, restaurantes e bares especiais. Além disso, anúncios de revista também serão contemplados. A Weltenbuger será comercializada em garrafas de 500 ml. O preço para o consumidor final em supermercados deve variar entre R$ 12 e R$ 15. A fabricação das cervejas será feita em Teresópolis - RJ, pois a planta da fábrica já está configurada para a produção de cervejas especiais. O Grupo Petrópolis quer expandir a sua atuação no segmento premium que ingressou após o lançamento das cervejas Petra e Black Princess. Também fazem parte do potfólio de produtos, as marcas Itaipava, Crystal, Lokal (cervejas) e TNT (energético). O segmento premium de cervejas vem se destacando no Brasil, de acordo com números fornecidos por Douglas Costa, o setor aumentou 20% em 2009, o que representa de 3 a 4% do mercado de cervejas.
Sobre a Weltenburger
Esta é a primeira vez que a marca alemã licencia um de seus produtos para ser produzido em outro país. A cerveja original é produzida desde 1050 em um mosteiro que fica na região do Rio Danúbio e é exportada para países como China, Japão e Estados Unidos.
fonte: mmonline





Pablo Souza
BlogBlogs